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Ele levou a primeira porrada da vida antes mesmo de nascer; em um parto complicado, foi tirado a fórceps, o que paralisou parte do seu rosto para sempre. Durante a fase escolar, apanhou física e moralmente dos colegas por causa da sua deficiência. E sempre quis bater de volta. Por isso, foi expulso de mais de 10 colégios.

Adulto, demonstrou aptidão para escrever, mas tornou-se mesmo um desempregado profissional. Seguiu dando murros, todos em ponta de faca. Levou muita porta na cara. Acabou despejado do seu apartamento e foi morar na rua.

Dormiu em uma estação de trem por algum tempo, até o desespero guiar seus olhos em direção a um cartaz de emprego para um filme erótico. Mais uma vez, deu a cara para bater. Mas esse trabalho não resolveu sua vida.

E quando as dividas apertaram novamente, vendeu as joias da esposa, sem o seu consentimento, acabando assim com o casamento.

O golpe mais duro veio um pouco depois, quando foi obrigado a vender seu cachorro por apenas 25 dólares a um desconhecido , por não ter mais condições de alimenta-lo. Foi mais uma queda, mas ele continuava disposto a levantar. E certa noite, após assistir a uma luta de boxe, voltou para casa inspirado e escreveu por mais de 20 horas seguidas. No dia seguinte, saiu decidido a vender a sua ideia, um roteiro de cinema com um pouco de autobiografia. Ofereceram 125 mil dólares, mas ele recusou.

Não abria mão de também atuar. Dobraram a oferta e mesmo assim foi negada. No final das contas, acabou ficando com apenas 35 mil dólares pelo roteiro e o direito de participar do projeto.

Assim, Sylvester Stallone entrou para a história estrelando Rocky. Um filme que conquistou mais de 200 milhões de dólares em bilheteria, o Oscar de melhor filme, e as indicações de melhor ator e melhor roteiro original para Stallone. Uma das maiores obras-primas do cinema.

E sabe qual foi a primeira coisa que Stallone fez depois de receber o pagamento pelo roteiro de Rocky? Voltou ao mesmo lugar onde vendeu seu cachorro por 25 dólares e recuperou seu amigo por 15 mil.

Mas o que tudo isso tem a ver com a crise? O sexto filme da franquia dá a resposta: a vida não é sobre o quão forte você bate, mas o quanto você consegue apanhar e levantar para continuar caminhando. Vá atrás do que você quer, mas esteja disposto a aguentar os golpes e a não levantar o dedo apontando culpados.

Ninguém vai bater tão forte quanto a vida. E nas empresas, ninguém vai bater tão forte quanto a crise. Estamos vivendo anos difíceis. Por isso, decidimos focar toda a nossa experiência no que sabemos fazer melhor: gerar resultados com soluções inovadoras para nossos clientes. Assim, superamos todos os golpes.

O bom de tomar um gancho é que, mesmo machucado, você ergue a cabeça. 2016 ainda vai bater, mas a gente já comprou nosso cachorro de volta.

Isso é superar a crise.

FONTE: /agenciafischer

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