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post 29 - 01

Sim, abrir uma empresa no Brasil pode custar caro. Se isto não bastasse, ainda há o peso dos impostos, que consomem uma fatia bastante considerável do faturamento de qualquer empreendimento.
É por isso que muitos empreendedores preferem continuar na informalidade.

Mas trabalhar à margem da lei não é a melhor opção para quem quer construir um empreendimento duradouro.

Os custos para se manter uma empresa lhe assustam? Calma! Você verá que existem soluções baratas para todo tipo de negócio e dicas que evitam o pagamento de taxas desnecessárias.
O porte da empresa é definido pelo plano de negócios. Se a previsão de faturamento anual não ultrapassar R$ 240 mil, é possível constituir uma microempresa e aderir ao programa Simples, que ajuda a reduzir o peso dos impostos em até 30%.

ALÍQUOTAS - Os impostos são conhecidos por siglas e suas alíquotas variam conforme a região geográfica e as atividades desenvolvidas.

Quem só trabalha prestando serviços paga o ISS (Imposto sobre Serviços): se há algum tipo de comércio, é cobrado o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
Sobre o faturamento da firma também é feita a cobrança do PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ).
Mas o pagamento de impostos só acontece quando a empresa já está funcionando. Na abertura, o futuro empresário tem que arcar com as taxas cobradas pelos órgãos da administração municipal, Receita Federal, cartórios e Junta Comercial do Estado. Além disso, é preciso contratar um contador ou um advogado, que ficará encarregado de elaborar o contrato social da empresa. Na prática, este documento é a certidão de nascimento da empresa, mas também define a participação dos sócios, se o empreendimento for constituído em sociedade. Segundo a analista Joana Sá, do SEBRAE, todo o trâmite burocrático pode ser resolvido em até 30 dias. Para que isso aconteça, é necessário adiantar todos os documentos exigidos e definir o local de funcionamento da empresa.
Além de cumprir estas exigências, o futuro empreendedor também precisa comprovar que não tem dívidas com o Município, o Estado ou a União. “Se o débito foi parcelado e estiver sendo pago em dia, não há impedimento”, observa Joana.

VIRTUAL - Utilizar o escritório virtual é uma alternativa interessante para se reduzir os custos fixos da empresa. O endereço do escritório virtual pode ser utilizado como domicílio fiscal para outras empresas. Ou seja, a depender do porte do seu negócio e tipo de atividade, o empresário paga um valor mensal em vez de alugar uma sala comercial.
Muitos escritórios virtuais também oferecem salas para reuniões que podem ser reservadas conforme a necessidade do empresário. Além disso, também é possível contratar de forma avulsa o trabalho de secretárias e office-boys, que anotam recados e fazem serviço externo como o pagamento de contas e emissão de certidões. Mas não é qualquer negócio que pode funcionar desta forma. A lei não permite que empresas de comércio operem em escritórios virtuais. Mas esta limitação não afeta empresas de prestação de serviço. “A maioria das pessoas que nos procuram são consultores, engenheiros e médicos que prestam serviço para outras empresas”, detalha Rosani Silva, proprietária do RS Centro de Negócios, em Salvador.

FONTE: http://boletimdoempreendedor.com.br/boletim.aspx?codBoletim=104

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